Qual o impacto social da tecnologia?

29 de dezembro de 2022

Este conteúdo foi produzido por Propago


Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo Terceiro Setor é, sem dúvida, a captação de receita, fundamental para a viabilização de seus projetos e para a manutenção de sua operação. E como muitas ONGs dependem de doações, o cenário se torna ainda mais difícil, pois, apesar de o brasileiro ser conhecido como um povo caridoso, a cultura da doação é pouco celebrada no país.


De acordo com informações disponibilizadas pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social - na segunda edição da Pesquisa Doação Brasil de 2020, metade dos entrevistados disse não conhecer o papel das organizações da sociedade civil (OSCs) e 33% afirmaram não ter certeza se o ato de doar faz alguma diferença.


Para que uma doação seja efetuada, portanto, existe a necessidade de conscientização da população sobre a importância de cada contribuição e também é fundamental que as pessoas conheçam o trabalho e os objetivos da ONG. Neste sentido, a tecnologia pode ser uma grande aliada, trazendo tanto o aumento de receita, quanto o reconhecimento da causa. Atualmente, existem instituições e algumas empresas que oferecem equipamentos, softwares e serviços tecnológicos voltados para este setor, que podem facilitar, e muito, o dia-a-dia de sua organização.


Ao unir tecnologia de ponta com a vontade de tornar o mundo um lugar melhor, a Propago desenvolveu uma plataforma de transações, chamada Checkout Social®. Trata-se de uma página de doações moderna que oferece diversas formas de pagamento (incluindo o PIX) e que trata a ONG com a singularidade que merece. Por meio de um trabalho com campanhas e conteúdo orgânico, seu objetivo é aumentar o volume de arrecadações e a base de doadores.


Um exemplo da aplicação do Checkout Social® pode ser visto na ONG SOS Fauna - que combate o tráfico de animais silvestres há mais de 20 anos - e precisa muito da colaboração de todos para continuar com esse trabalho essencial.


Se preferir acesse:
https://sosfauna.org.br/


Vale ressaltar que a Propago é uma startup ainda em sua fase inicial, embrionária, mas que atua proativamente para desenvolver seus potenciais e colaborar com as organizações com as quais trabalha, trazendo resultados positivos, ao mesmo tempo em que desenvolve todo seu potencial como empresa.


A empresa ainda oferece cadastro no programa do Google que garante a ONGs até U$10.000,00 ao mês em campanhas de busca na plataforma. A Propago também realiza a homologação da instituição sem fins lucrativos na TechSoup, uma parceira que vende, com descontos especiais para o terceiro setor, produtos tecnológicos, como softwares e licenças. Já para compra de computadores e notebooks, a empresa conta com a parceria da ReUrbi, que oferece condições especiais de aparelhos recondicionados.


As funcionalidades do Checkout Social® também incluem painéis de controle da ONG e dos doadores, além de uma régua de comunicação com a base de doadores, que os engaja em campanhas, os mantém informados e cria vínculos.


A doação no Checkout Social® é simples?


Sim! A Propago trabalha com afinco para mudar o cenário das doações no Brasil, oferecendo produtos e serviços, desenvolvendo soluções tecnológicas e operacionais a fim de aproximar e viabilizar investimentos, minimizando barreiras e criando conexões entre doadores e instituições.


A ferramenta é prática, totalmente transparente e segura. Basta acessar o website da ONG, clicar no botão de DOAÇÃO e seguir as etapas:


  • Escolha a periodicidade da doação (recorrente ou avulsa);
  • Preencha os dados;
  • Selecione o valor da doação e a forma de pagamento (cartão de crédito, pix e boleto, além de serem aceitas transações internacionais).


Pronto! É só confirmar o pagamento e a doação está feita!

Trabalhamos para que, com a mesma facilidade que se doa na plataforma, pessoas possam se engajar em causas necessárias e urgentes. É por isso que acreditamos na modernização do terceiro setor, a fim de maximizar seu impacto, visibilidade e alcance. Os recursos existem e podem ser utilizados por todas as organizações que também acreditam na construção de um mundo socialmente mais justo e ambientalmente responsável. 


Propagamos às pessoas a ideia de fazer o bem e de colaborar com as ONGs, pois o círculo da doação é adoravelmente virtuoso! Uma única doação é capaz de ajudar pessoas, alfabetizar crianças, dar voz a animais, salvar árvores e também perpetuar culturas que não podem ser esquecidas. Doar enriquece vidas - a de quem doa e a de quem recebe.


Participe desse enorme círculo do bem!

#FazerOBemFazBem


Transformamos tecnologia em conexões. E conexões dão significado à vida. A Propago.Social oferece produtos e serviços para o Terceiro Setor, visando ampliar a receita de organizações sem fins lucrativos, além de gerar conhecimento, promover o bem-estar e dividir riqueza. 


Contato: midia@propago.com.br 


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Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer um desafio estrutural: muitas organizações de base, especialmente em territórios periféricos, ainda têm dificuldade de incorporar tecnologia às suas soluções. Não por falta de visão, mas por falta de acesso à educação, à formação técnica e a investimentos sociais. É comum vermos tecnologias avançadas sendo desenvolvidas por startups e organizações de impacto, enquanto quem atua diretamente no território não dispõe dos recursos necessários para utilizá-las. Sem articulação, essa equação não fecha. Por isso, outra tendência que se consolida é a valorização de redes, consórcios e articulações territoriais. Organizações que atuam de forma isolada tendem a ter mais dificuldade de acessar investimentos. Financiadores buscam cada vez mais iniciativas coletivas, capazes de envolver múltiplos atores, setores e saberes. A experiência mostra que articular financiamento privado, cooperação técnica com o poder público e o engajamento de organizações de base é um caminho consistente para gerar impacto real e sustentável. Nesse novo cenário, o uso de dados e evidências deixou de ser opcional. A atuação precisa ser responsiva às necessidades reais dos territórios, e isso só é possível por meio da observação sistemática, da geração cidadã de dados e da tomada de decisões baseadas em evidências. O investimento social privado no Brasil amadureceu — e espera projetos bem estruturados, com governança sólida e clareza de resultados. É impossível falar de inovação sem falar de ética. Tecnologias como a Inteligência Artificial precisam ser desenvolvidas e utilizadas com base em princípios claros: respeito à privacidade e à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), justiça social, mitigação de vieses discriminatórios, controle social sobre dados e sistemas, segurança da informação e responsabilidade ambiental. O impacto climático da tecnologia, muitas vezes invisível, também precisa entrar na equação. Regulamentação e compromisso das empresas e investidores são indispensáveis. O financiamento das organizações também passa por mudanças relevantes. Doações online, campanhas como o Dia de Doar, cessão de tecnologias e licenças por empresas e, sobretudo, o fortalecimento dos mecanismos de incentivo fiscal têm ampliado as possibilidades de sustentabilidade. Quando uma empresa direciona parte de seus impostos para projetos sociais no território onde atua, o recurso retorna diretamente para a comunidade, em forma de educação, inovação e oportunidades. Isso fortalece a democracia e aproxima o investimento social da vida real das pessoas. As parcerias intersetoriais, aliás, tendem a se tornar ainda mais estratégicas. Políticas de ESG impulsionaram empresas a assumirem compromissos mais concretos com impacto social e ambiental. Quando essa agenda sai do discurso e se traduz em atuação no território, com cooperação técnica e investimento de longo prazo, os resultados são muito mais consistentes. Diante de um cenário marcado por polarização política e desinformação, o papel das organizações da sociedade civil também se amplia. Educação midiática, consumo crítico da informação e inclusão digital são hoje pilares da defesa da democracia. Eu acredito que capacitar pessoas em habilidades digitais é também fortalecer sua capacidade de participação cidadã. O terceiro setor está, sim, mais profissionalizado — e isso é necessário. O desafio é garantir que essa profissionalização não signifique distanciamento das bases sociais, mas sim mais impacto, mais escuta e mais transformação concreta nos territórios. Para as lideranças do setor, 2026 exigirá competências cada vez mais complexas: análise de dados, gestão de pessoas, captação diversificada de recursos, comunicação transparente, prestação de contas e capacidade de construir parcerias estratégicas entre diferentes setores. Mais do que nunca, impacto social será resultado de articulação, evidência e compromisso real com quem está na ponta. 
Por Kamilly Oliveira 9 de março de 2026
Não é novidade que iniciativas culturais de territórios do Norte e Nordeste enfrentam desafios estruturais para acessar recursos e ampliar seu impacto. Dados de um levantamento realizado pela Iniciativa Pipa, em parceria com o Instituto Nu, mostram que 31% das organizações periféricas de cultura e educação operam com orçamento anual de até R$ 5 mil, enquanto 58% funcionam de forma totalmente voluntária, sem equipes remuneradas. Nesse cenário, a captação de recursos e o acesso a editais seguem como obstáculos frequentes. É a partir dessa realidade que nasce o Phomentando a Cultura: um programa apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo do Brasil - ao lado do povo brasileiro, com patrocínio Nubank via Lei Rouanet. Este é um projeto voltado ao fortalecimento de fazedores e trabalhadores da cultura que atuam em organizações, coletivos, grupos, pontos e pontões culturais das regiões Norte e Nordeste. Formação prática para estruturar projetos culturais O Phomentando a Cultura tem como objetivo apoiar iniciativas culturais que já atuam em seus territórios, mas que precisam organizar melhor seus projetos, entender o que os editais realmente avaliam e se preparar para o credenciamento na Lei Rouanet e outros editais de fomento à cultura. Ao longo do programa, os participantes têm acesso a uma jornada de aceleração online, gratuita e acessível, com foco em: Organização e estruturação de projetos culturais Leitura estratégica de editais Preparação para o credenciamento de projetos na Lei Rouanet Orientações para ampliar as chances em editais estaduais, municipais e seleções de empresas, incluindo a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) A proposta é identificar o que costuma travar a aprovação de projetos e orientar ajustes possíveis dentro da realidade de cada iniciativa. Aceleração com orientação e acompanhamento Diferente de formações genéricas, o programa oferece orientação técnica e acompanhamento, com revisão de documentos, análise de gargalos e direcionamentos para que as organizações consigam avançar em processos de seleção e captação. Os encontros são pensados para quem vive a cultura no dia a dia e precisa de informações objetivas, sem linguagem técnica excessiva ou soluções distantes da realidade dos territórios. Presença nos territórios: caravana pelo Norte e Nordeste Nesta primeira edição, o Instituto Phomenta também promove uma caravana presencial, com eventos de lançamento, conexões e troca de aprendizados em 10 cidades: São Luís (MA) Macapá (AP) Santarém (PA) Olinda (PE) Manaus (AM) Porto Velho (RO) Rio Branco (AC) Teresina (PI) Salvador (BA) Fortaleza (CE) Os encontros presenciais são abertos a fazedores de cultura locais e fazem parte da estratégia de aproximação com os territórios. É a chance de entender ainda melhor o que o programa oferece. A agenda completa pode ser consultada no site. Quem pode participar Mesmo quem não estiver nas cidades visitadas pela caravana pode se inscrever no Phomentando a Cultura. O programa é voltado para: Organizações, coletivos, grupos, pontos ou pontões de cultura sediados em cidades do Norte e Nordeste Pessoas que desenvolvem atividades culturais de forma contínua e impactam seus territórios Inscrições abertas  O Phomentando a Cultura é uma oportunidade gratuita para quem quer fortalecer sua atuação cultural, estruturar melhor seus projetos e ampliar o acesso a recursos. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link: https://www.phomenta.com.br/phomentando-a-cultura
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