Canva Pro gratuito: potencialize a comunicação visual da sua ONG

22 de novembro de 2024

Você sabia que construir uma comunicação visual bem estruturada pode transformar a forma como você dá visibilidade às iniciativas da sua ONG?

Imagine atrair mais voluntários, engajar apoiadores e destacar o impacto do seu trabalho. E o melhor: sua organização pode obter o Canva Pro gratuitamente, para ajudar nessa missão!


Se interessou? Então fique com a gente e faça a leitura completa, neste artigo, explicamos como solicitar esse benefício e aproveitar ao máximo os recursos da versão Pro.

O que é o Canva Pro e por que ele é importante para a sua OSC?

Mas afinal, que ferramenta é essa? Canva é uma plataforma online de design que facilita a criação de peças para mídia social, apresentações, pôsteres e outros conteúdos visuais. Além do site, esses recursos também podem ser acessados na versão em aplicativo para celular. 


Canva Pro é o serviço de assinatura desta plataforma. A versão paga possibilita o acesso a todos os recursos visuais e modelos de peças da plataforma, além de ferramentas para a edição e o compartilhamento de arquivos, recursos não disponíveis na versão gratuita.


O mais bacana é que
sua ONG tem a chance de obter essa versão Pro gratuitamente, permitindo que você ou sua equipe profissionalize ainda mais a comunicação e a identidade visual da sua organização.


Com o Canva Pro, você terá acesso a uma série de ferramentas avançadas, como:

  • Banco de imagens e vídeos premium sem custo adicional e com fácil usabilidade, ou seja, não precisa ser um profissional da área para editar vídeos, é tudo bem intuitivo.
  • Modelos profissionais prontos para serem adaptados à identidade visual da ONG.
  • Editor colaborativo de equipe, permitindo que vários membros trabalhem juntos em tempo real.
  • Ferramenta de redimensionamento mágico, ideal para adaptar um design para diferentes formatos e redes sociais com apenas um clique.
  • Exportação sem marcas d’água (logo do Canva em cima da imagem) e em alta resolução.


Esses recursos ajudam sua organização a economizar tempo e dinheiro, enquanto aprimoram a qualidade e a consistência da sua comunicação visual.

Pessoa navegando no aplicativo Canva pelo celular.

Passo a passo: solicitando o Canva Pro gratuito para a sua ONG

Veja abaixo como realizar a solicitação através do Canva para organizações sem fins lucrativos (Canva for nonprofits):


  • Passo 1: acesse a página oficial do Canva para ONGs (https://www.canva.com/nonprofits).
  • Passo 2: clique em "Inscreva-se agora" para iniciar o processo de inscrição.
  • Passo 3: preencha o formulário com as informações da sua ONG, incluindo nome, site e área de atuação.
  • Passo 4: anexe os documentos que comprovem o status de organização sem fins lucrativos, como o CNPJ, certificado de OSCIP ou declaração de utilidade pública.
  • Passo 5: envie a solicitação e aguarde o retorno. A resposta pode levar de 7 a 10 dias úteis.


Como aproveitar ao máximo os recursos do Canva Pro

Após obter acesso ao Canva Pro, é importante otimizar seu uso para potencializar a comunicação da sua ONG. 


1. Crie um “Kit de Marca” personalizado

O Canva Pro permite que você defina as cores, fontes e logotipos da sua organização, garantindo consistência visual em todas as comunicações.

Dica: utilize o recurso de Kit de Marca para que toda a equipe tenha acesso rápido aos elementos visuais da OSC, facilitando a criação e padronização de materiais institucionais alinhados à identidade da marca.


2. Utilize modelos personalizados para redes sociais

Aproveite os modelos profissionais disponíveis e redimensione o design da peça ou imagem para diferentes plataformas (Instagram, Facebook, LinkedIn) com apenas um clique.

Exemplo: crie uma campanha com artes e materiais para postagens que sejam facilmente adaptados para outros formatos como por exemplo, stories (vídeos curtos), em diferentes redes sociais simultaneamente, aumentando o alcance da sua mensagem.


3. Crie relatórios de impacto facilmente

Use modelos de relatórios e infográficos interativos para apresentar dados e resultados de forma organizada para parceiros e financiadores.

Dica: transforme estatísticas e informações complexas em gráficos e diagramas de fácil compreensão, reforçando a transparência e o profissionalismo da sua ONG.


4. Produza Materiais para Captação de Recursos

Com o Canva Pro, você pode elaborar cartas de captação, apresentações e folhetos de maneira rápida e com design profissional e sem complicações.


Dica bônus:

Minha organização não foi aprovada para usar o Canva Pro, e agora?


Se a sua organização não atender aos critérios na primeira solicitação, não desanime. O Canva fornecerá os motivos da não aprovação, permitindo que você ajuste e reenvie sua aplicação com a documentação adequada. Além disso, você pode explorar outras alternativas, como entrar em contato diretamente com o suporte do Canva para obter orientações ou verificar se há parcerias locais que possam auxiliar no processo.


Quantas pessoas podem acessar a conta Pro?


O plano gratuito para ONGs permite incluir até 10 membros da equipe, todos com acesso às mesmas funcionalidades do Canva Pro. Isso facilita a colaboração e garante consistência na comunicação visual da ONG.


Posso manter o benefício por tempo ilimitado?

Sim, desde que sua OSC continue ativa e cumpra os critérios estabelecidos pelo programa, você poderá manter o acesso ao Canva Pro indefinidamente. É importante manter as informações da sua organização atualizadas e atender a quaisquer solicitações de verificação periódica por parte do Canva.


Em conclusão…


O Canva Pro é uma ferramenta essencial para profissionalizar a comunicação da sua ONG, sem custos. Solicitar o acesso é simples e rápido, e os benefícios são imensos. Comunique-se melhor, engaje mais pessoas e amplie o impacto da sua causa.



Foto Fernando, um homem de 34 anos, cabelos pretos raspados e pele parda.

Fernando Porto

Designer por natureza e apaixonado pelo trabalho criativo. Sempre gostei de dar vida (forma) a novas ideias. Comecei com o design gráfico, parti para a área de comunicação, e na Phomenta encontrei um sentido nisso tudo. Comunicar com propósito é o que me inspira. 

Foto Fernando, um homem de 34 anos, cabelos pretos raspados e pele parda.

Pâmela Lima

Relações Públicas, mestranda em educação, apaixonada por conectar marcas e pessoas no mundo digital. Como RP e Especialista em Marketing, Inovação e Estratégia no ambiente digital, eu me dedico a criar planos de comunicação que realmente façam sentido para os públicos estratégicos alinhados aos objetivos de negócio das organizações. 

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Por Nathalia Albuquerque 2 de março de 2026
Você pode amar muito um time e ainda assim vê-lo perder campeonatos por anos. Pode ter a maior torcida do país, uma história gigante e uma camisa pesada. Mas sem gestão, isso não se sustenta. No terceiro setor acontece algo muito parecido. Sou corinthiana e não acompanho o futebol tão de perto. Mesmo assim, é impossível ignorar o que Palmeiras e Flamengo vêm construindo nos últimos anos. Escrevo este artigo no final de 2025 e, ao olhar para os principais campeonatos do período recente, Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil, esses dois clubes seguem protagonizando finais, títulos e campanhas consistentes. Não por acaso, também passaram a aparecer em premiações internacionais que reconhecem excelência em gestão, como o Globe Soccer Awards. Mas nem sempre foi assim. E é exatamente aí que essa história interessa às organizações da sociedade civil. Quando a virada não acontece no campo Palmeiras e Flamengo já viveram fases marcadas por dívidas, crises internas e resultados bem abaixo do potencial que tinham. A mudança não começou com um craque, nem com um gol histórico. Começou fora de campo. Por volta de 2012 e 2013, os dois clubes passaram a tratar a gestão como eixo central. Planejamento financeiro, profissionalização das equipes, governança e visão de longo prazo deixaram de ser discurso e passaram a orientar decisões concretas. Se você não gosta de futebol, continue comigo. O ponto aqui não é o esporte. É entender que amor, tradição e propósito são fundamentais, mas não substituem uma boa gestão. Com gestão, a gente vai mais longe. O que o Palmeiras ensina No Palmeiras, a virada tem um nome bastante conhecido: Paulo Nobre. Ao assumir a presidência do clube em 2013, encontrou um cenário delicado, com dívidas e pouca previsibilidade. Uma das decisões mais simbólicas foi emprestar recursos próprios para reorganizar as finanças do time. Um gesto arriscado, mas inserido em uma estratégia maior. A partir daí, vieram parcerias estratégicas como a Crefisa, a profissionalização da gestão e a criação de novas fontes de receita. A modernização do Allianz Parque transformou o estádio em um ativo que gera renda muito além dos jogos, com shows e eventos. É a lógica de enxergar a estrutura como meio para sustentar a missão, algo bastante familiar para quem atua no terceiro setor. O Flamengo e a coragem de arrumar a casa O Flamengo sempre teve popularidade e potencial. O que faltava era organização. A virada começou com decisões duras e pouco populares, como uma política rigorosa de controle de gastos e reorganização financeira. Antes de investir pesado em contratações, o clube investiu em processos, equipe técnica qualificada e responsabilidade fiscal. Os títulos vieram depois. Não como milagre, mas como consequência. O que tudo isso tem a ver com as OSCs? Muito mais do que parece. Os dois clubes mostram que investir na base (jovens atletas em formação para o time principal) é apostar no longo prazo, mesmo quando o retorno não é imediato. No terceiro setor, isso aparece na formação de equipes, no fortalecimento institucional e no desenvolvimento de lideranças. Eles também reforçam uma verdade incômoda: amor não é estratégia. Paixão move, mas não organiza fluxo de caixa, não constrói indicadores e não garante sustentabilidade. Há ainda a importância de diversificar fontes de receita, inclusive para organizações grandes e reconhecidas, e de contar com profissionais qualificados, além de investir em quem já faz parte da equipe. Nada disso acontece do dia para a noite. O processo é longo, exige constância e escolhas difíceis. Um convite para quem lidera organizações sociais  Se você lidera uma OSC, vale a reflexão. O quanto da sua energia está concentrada apenas na causa e o quanto está direcionada para fortalecer a gestão que sustenta essa causa? Gestão não esfria o propósito. Pelo contrário. Ela protege a missão, amplia o impacto e garante que o trabalho continue existindo daqui a cinco, dez ou vinte anos. No futebol e no terceiro setor, amor é o ponto de partida. Gestão é o que transforma esse amor em legado.
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Quer doar, mas não sabe se o dinheiro vai chegar onde precisa? No Brasil, a desconfiança ainda trava doações. Veja como doar de forma efetiva e gerar impacto social real.
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O adoecimento mental da população brasileira tem se intensificado nos últimos anos e já se reflete de forma direta no mundo do trabalho. O aumento de afastamentos por transtornos mentais, a ampliação de quadros de ansiedade e a exaustão profissional passaram a ocupar o centro dos debates sobre produtividade, gestão de pessoas e sustentabilidade organizacional. No Terceiro Setor, esse cenário não é diferente — e apresenta contornos ainda mais críticos. Dados da Pesquisa Saúde Mental e Bem-Estar no Terceiro Setor (2023), realizada pelo Instituto Phomenta, revelam que 55% dos profissionais do setor expressam algum nível de preocupação com sua saúde mental e bem-estar. Esse contexto foi debatido no Webinar Tendências para o Terceiro Setor 2026, promovido pelo Instituto Phomenta, que apontou a saúde mental como uma das principais tendências e desafios estruturais para as organizações sociais nos próximos anos. A pesquisa ouviu 842 profissionais, de 214 cidades, em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Os dados mostram que o alto comprometimento com a causa convive com estresse constante, sensação de urgência permanente e dificuldade de estabelecer limites entre vida pessoal e trabalho, um paradoxo cada vez mais presente no cotidiano das organizações da sociedade civil. Cuidar de quem cuida Durante muito tempo, o trabalho no Terceiro Setor esteve associado à ideia de propósito como fator de proteção emocional. Os dados da pesquisa indicam que essa narrativa já não se sustenta. Entre os respondentes, 38% classificam sua saúde mental como regular e 17% como ruim, evidenciando um cenário de alerta que afeta tanto profissionais quanto lideranças. O recorte de gênero revela desigualdades importantes. As mulheres, que representam 65% da força de trabalho no Terceiro Setor, são as que expressam maiores níveis de preocupação: 60% relatam algum grau de insatisfação com sua saúde mental e bem-estar, frente a 45% dos homens. Entre os jovens, os índices são ainda mais elevados. Profissionais de 18 a 24 anos e de 25 a 34 anos apresentam os piores indicadores, com 69% e 70%, respectivamente, avaliando sua saúde mental como regular ou ruim. Esses dados foram destacados no Webinar Tendências para o Terceiro Setor 2026 como um sinal de que o setor precisa repensar suas práticas internas se quiser manter equipes engajadas e sustentáveis. A NR-1 e o impacto direto na gestão das organizações Outro ponto central do debate foi a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1). A partir de maio de 2025, organizações com pessoas contratadas sob regime CLT passam a ter a responsabilidade de identificar, prevenir e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Entre os fatores de risco mais recorrentes, a pesquisa da Phomenta aponta: excesso de demandas e tarefas, indicado por 64% dos respondentes como principal fator de estresse; jornadas prolongadas e dificuldade de equilíbrio entre vida pessoal e trabalho; ausência de reconhecimento e suporte institucional; conflitos interpessoais e condições precárias de trabalho. Os efeitos desse modelo aparecem nos sintomas relatados: 77% dos profissionais mencionam ansiedade como um dos principais impactos, e 64% relatam exaustão física. Durante o webinar, foi reforçado que o cumprimento da NR-1, embora necessário, não é suficiente para enfrentar um problema estrutural. O desafio está na revisão das práticas de gestão de pessoas, incluindo distribuição de tarefas, modelos de liderança, processos decisórios e a forma como o cuidado é incorporado, ou negligenciado, na cultura organizacional. Saúde mental como estratégia de sustentabilidade A pesquisa também evidencia que mais de 70% dos respondentes não percebem ações intencionais de suas organizações voltadas à promoção do bem-estar. Esse dado foi amplamente debatido no Webinar Tendências para o Terceiro Setor 2026, que destacou a urgência de transformar o cuidado em estratégia institucional. Entre as organizações que adotam ações voltadas à saúde mental, os profissionais citam iniciativas como atendimento psicológico, espaços de diálogo, formações, flexibilidade no trabalho e momentos de convivência. Ainda assim, esses esforços seguem sendo exceção, e não regra. No Terceiro Setor, cuidar da saúde mental das equipes deixou de ser um tema secundário. Trata-se de uma condição para a permanência das pessoas, para a qualidade do trabalho realizado e para a coerência entre missão institucional e práticas internas. A crise de saúde mental convida o setor a um exercício de autocrítica. Não é possível enfrentar desigualdades externas se, internamente, as relações de trabalho reproduzem exaustão, urgência permanente e invisibilização do cuidado. Em 2026, organizações que colocarem as pessoas no centro da gestão estarão mais preparadas para sustentar seu impacto social no longo prazo. Assista completo:
Por Instituto Phomenta 12 de janeiro de 2026
As transformações no cenário internacional de financiamento foram um dos alertas mais sensíveis apresentados no Webinar: Tendências de 2026 para o Terceiro Setor, realizado pelo Instituto Phomenta. Em um contexto de instabilidade política, mudanças de prioridades globais e retração de recursos externos, organizações brasileiras já sentem os impactos de uma filantropia internacional mais seletiva, menos previsível e cada vez mais estratégica. Em 2026, essa tendência se consolida e exige das organizações sociais um reposicionamento em relação à forma como acessam, gerenciam e diversificam suas fontes de recursos. A retração do financiamento internacional Durante o webinar, foram destacados movimentos recentes que ajudam a explicar o cenário atual, como a redução de repasses de países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o enfraquecimento de programas tradicionais de cooperação internacional e o encerramento ou redirecionamento de iniciativas históricas, como a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). Essas mudanças não acontecem de forma isolada. Elas refletem disputas geopolíticas, reorientação de agendas nacionais e uma priorização maior de crises internas por parte de países doadores. Para muitas organizações do Sul Global, isso representa a perda de fontes que, por décadas, sustentaram projetos e estruturas institucionais. Menos recursos, mais exigências Além da diminuição do volume de recursos, o webinar destacou um aumento significativo no nível de exigência dos financiadores internacionais que permanecem ativos. Entre os critérios mais observados estão: capacidade de gestão financeira e institucional; governança estruturada; indicadores consistentes de resultados; alinhamento com agendas globais específicas; histórico de parcerias e execução. Em 2026, organizações com baixa maturidade institucional tendem a enfrentar ainda mais barreiras para acessar recursos internacionais, mesmo quando atuam em causas prioritárias. O papel do financiamento público no Brasil Em contraste com a retração internacional, observamos o crescimento dos repasses federais no Brasil nos últimos anos. Esse movimento abre oportunidades, mas também traz desafios próprios. Acesso a recursos públicos exige preparo técnico, capacidade de prestação de contas, adequação jurídica e fôlego financeiro para lidar com prazos e burocracias. Para muitas organizações, isso demanda investimentos prévios em estrutura e equipe, o que nem sempre é possível sem apoio externo. Ainda assim, o aumento do financiamento público reforça a importância de olhar para o território nacional como parte estratégica da sustentabilidade financeira. Diversificação como estratégia de sobrevivência Uma das principais reflexões trazidas é que depender de uma única fonte de recursos se torna cada vez mais arriscado. Em 2026, a diversificação deixa de ser recomendação e passa a ser condição de sobrevivência. Isso envolve combinar diferentes fontes, como: filantropia nacional; parcerias com empresas; recursos públicos; doações individuais; prestação de serviços alinhados à missão. O impacto das mudanças na autonomia das organizações As transformações na filantropia internacional também afetam a autonomia das organizações sociais. Com menos recursos disponíveis e maior competição, cresce o risco de adaptação excessiva a agendas externas, em detrimento das demandas reais dos territórios. Por isso a importância de manter o foco na missão e no impacto social, mesmo diante de pressões financeiras. Organizações mais preparadas institucionalmente tendem a negociar melhor, fazer escolhas mais estratégicas e preservar sua coerência. O que essa tendência exige das organizações Em 2026, o cenário de financiamento será mais restrito, mais técnico e mais competitivo. Organizações que investem em desenvolvimento institucional, planejamento financeiro e fortalecimento da gestão terão mais condições de atravessar esse contexto com menos rupturas. Como discutido no webinar, adaptar-se às mudanças da filantropia internacional não significa abandonar princípios, mas sim construir bases mais sólidas para seguir atuando com impacto, autonomia e sustentabilidade no longo prazo. Confira o Conteúdo:
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